quarta-feira, 24 de novembro de 2010

best day ever.


perto do Natal, o velhinho vem trazer alegria...
Sir Paul McCartney ♥

domingo, 17 de outubro de 2010

road trippin'


"Dê um sorriso e ganhe um picolé". Era esse o slogan das barraquinhas da kibon na praia esse feriado. Sorriso dado, picolé recebido. Risadas incessantes entre amigos... que beleza!
Colocaram o picolé a um preço absurdo. E - o pior é que - todo mundo comprou!

Bobagens a parte, quero voltar pra lá. Ótimas risadas, ótimas conversas e ótima companhia.
Valeu cada sorriso.

sábado, 18 de setembro de 2010

Afinal de contas...


...nem sempre devemos ser persistentes.
Às vezes desistir é bom.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

O engraçado é que...

todo mundo procura um objetivo, seja qual for.
Objetivos na vida sentimental, amorosa, profissional... Em cada pedacinho da vida, um objetivo diferente.
Até os que se dizem sem objetivo têm o objetivo de não ter porra de objetivo nenhum. Complexo, não? Não.

Acontece que descobri que essa história de objetivo é tão relativa quanto... erm, eu.
Mudar de foco é a coisa mais comum que acontece na vida. E acredito que a mais importante.
O engraçado é que as pessoas estabelecem objetivos e mudam como se nada tivesse acontecido. E isso nunca foi tão divertido.
;)

domingo, 29 de agosto de 2010


Garimpeira da beleza te achei na beira de você me achar
Me agarra na cintura, me segura e jura que não vai soltar
E vem me bebendo toda, me deixando tonta de tanto prazer
Navegando nos meus seios, mar partindo ao meio, não vou esquecer.

Eu que não sei quase nada do mar descobri que não sei nada de mim

Clara noite rara nos levando além da arrebentação
Já não tenho medo de saber quem somos na escuridão

Clara noite rara nos levando além da arrebentação
Já não tenho medo de saber quem somos na escuridão

Me agarrei em seus cabelos, sua boca quente pra não me afogar
Tua língua correnteza lambe minhas pernas como faz o mar
E vem me bebendo toda me deixando tonta de tanto prazer
Navegando nos meus seios, mar partindo ao meio, não vou esquecer

Eu que não sei quase nada do mar descobri que não sei nada de mim

Clara noite rara nos levando além da arrebentação
Já não tenho medo de saber quem somos na escuridão

Clara noite rara nos levando além da arrebentação
Já não tenho medo de saber quem somos na escuridão

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Que os dias...

...sejam muito felizes!
Hoje o dia pede um post de alegria. =)

Todo dia a insônia me convence que o céu
Faz tudo ficar infinito
E que a solidão é pretensão de quem fica
Escondido fazendo fita
Todo dia tem a hora da sessão coruja
Só entende quem namora
Agora 'vão bora'
Estamos meu bem por um triz pro dia nascer feliz
O mundo acordar e a gente dormir, dormir
Pro dia nascer feliz
Essa é a vida que eu quis
O mundo inteiro acordar e a gente dormir
Todo dia é dia e tudo em nome do amor
Essa é a vida que eu quis
Procurando vaga uma hora aqui, a outra ali
No vai-e-vem dos teus quadris
Nadando contra a corrente só pra exercitar
Todo o músculo que sente
Me dê de presente o teu bis
Pro dia nascer feliz
O mundo inteiro acordar e a gente dormir, dormir
Pro dia nascer feliz
O mundo inteiro acordar e a gente dormir

sábado, 26 de junho de 2010

Manias

"Você é cheia das manias!"Mania de doce, refrigerante, morder o cantinho do polegar.
De fazer a unha e arrancar o esmalte, mexer na orelha, de prender o cabelo.
De ballet, filmes, seriados e de dormir. De adorar o céu.De ouvir música e dançar fingindo que não tem ninguém olhando.
De rabiscar o bloquinho do telefone, escrever quando eu quero gritar, morder a tampa da caneta.
De começar a fazer 300 mil coisas ao mesmo tempo e não acabar nenhuma delas.
Mania de ficar brava quando tenho saudades, de abraçar os queridos o tempo todo.
De, sem sucesso, tentar controlar os ciúmes. De fotografias.
De não conseguir não ser transparente, sentir medo de tudo e o tempo todo.
Mania de perder a fé na humanidade, me revoltar com o mundo.
De ser hostil quando acho que devo. Sem sutilidades.
De chorar quando tomo uma bronca, fico com vergonha ou sinto raiva.
De querer ser melhor. Rir de coisas idiotas, chorar também de dar risada.
De mostrar a língua, de querer ser criança.
Mania de bolinhas, de coisas coloridas e de combinar cores.
De estabelecer carinho à la Dr. House, de fazer analogias à seriados.
De relacionar músicas com tudo, de repetir falas de filmes, de irritar minha irmã.
De achar meu irmão lindo, de achar todas as crianças do mundo fofas e nenéns.
De chamar pessoas crescidas de nenéns quando as acho fofas.
De ficar ansiosa, de ficar animada, de estar hiperativa.
Mania de auto-rotulação e de complexos de feiura e de gordura.
De cantar bem alto, de ficar quieta quando fico desconfortável.
De rir de mim mesma, xingar meu joelho, me adaptar à minha altura e ao tamanho dos peitos.
De analisar as pessoas, de pedir desculpas, de esquecer porque eu tava brava.
Mania de ter muitas manias.

"Se quer tamanho, eu vou despir a alma e afogar a calma..."

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Relações Sociais...

...são extremamente difíceis.
Gostar das pessoas é mais difícil ainda.




Pronto, cabou.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Com Carinho


"De todo o amor que eu tenho, Metade foi tu que me deu.
Salvando minh`alma da vida
, Sorrindo e fazendo o meu eu.
Se queres partir, ir embora
, Me olha da onde estiver.
Que eu vou te mostrar que eu to pronta,
Me colha madura do pé
.
Salve, salve essa nega,
Que axé ela tem!
Te carrego no colo e te dou minha mão.
Minha vida depende só do teu encanto
.
Cila, pode ir tranquila
, Teu rebanho tá pronto.
Teu olho que brilha e não pára
...
Tuas mãos de fazer tudo e até
A vida que chamo de minha.
Neguinha, te encontro na fé
!
Me mostre um caminho agora
, Um jeito de estar sem você.
O apego não quer ir embora
, Diaxo, ele tem que querer!
Ó meu pai do céu, limpe tudo aí
!
Vai chegar a rainha
, Precisando dormir.
Quando ela chegar
, Tu me faça um favor.
Dê um banto a ela, que ela me benze aonde eu for!
O fardo pesado que levas
Deságua na força que tens.
Teu lar é no reino divino
, Limpinho cheirando alecrim."
Maria Gadú

http://www.youtube.com/watch?v=xKSHRlSnc4M

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Funkeiros de Busão

Como se não fosse suficiente aguentar os pisões de pé, apertos, cotoveladas nas costelas, os "passinhos pra lá" e o sono matinal, agora surge a mais nova irritação do dia-a-dia de quem não tem dinheiro pra ter um carro: os funkeiros de busão.
Vamos à la Jack, o Estripador entender por partes.

O Funk
Segundo a tão amada wikipedia, o Funk é um estilo bem característico da música negra norte-americana, desenvolvido a partir de meados dos anos 60, a partir de uma mistura de soul music, soul jazz, rock psicodélico e R&B.
Uma música com um ritmo mais lento, sexy, solto, orientado para frases musicais repetidas e principalmente dançante. Funk era um adjetivo típico da língua inglesa para descrever estas qualidades.
Nos anos 80 o funk tradicional perdeu um pouco da popularidade nos EUA, à medida em que as bandas se tornavam mais comerciais e a música mais eletrônica. Seus derivados, o rap e o hip hop, porém, começaram a se espalhar. A partir do final dos anos 80, com a disseminação dos samplers, partes de antigos sucessos de funk (principalmente dos vocais de James Brown) começaram a ser copiados para outras músicas pelo novo fenômeno das pistas de dança, a house music.
Os anos 80 viram também surgir o chamado funk-metal (também conhecido como funk rock), uma fusão entre guitarras distorcidas de heavy-metal ou rock e a batida do funk, em grupos como Red Hot Chili Peppers (rock) e Faith No More (metal).

Até aí, tudo bem, certo?! O funk é formado por bons músicos, criatividade, alma e história. De se impressionar. Até agora.
O novo estilo musical referente à minha revolta, que porcamente é chamado de funk devido às constantes mudanças no estilo, é um pouco diferente desse tão apaixonante que eu acabo de falar.
Ainda segundo a wikipedia, a partir da década de 80, os bailes funks no Rio de Janeiro (obviamente) começaram a ser influenciados por um novo ritmo, que trazia músicas mais erotizadas e batidas mais rápidas.
Ao longo da nacionalização do funk, os bailes - até então, realizados nos clubes dos bairros das periferias da capital e região metropolitana - expandiram-se céu aberto, nas ruas, onde as equipes rivais se enfrentavam disputando quem tinha a aparelhagem mais potente, o grupo mais fiel e o melhor DJ. (Claro. Quem nunca riu desses caras na praia?!)
Até aí, quase que tudo bem. A princípio as músicas abordavam a pobreza e a violência: cotidiano. E as grandes estrelas ainda eram Claudinho e Bochecha, não Mc Créu e Tati Quebra Barraco.
Saindo das favelas em direção à cidade, o funk conseguiu mascarar seu ritmo, mostrando-se mais parecido com um rap americano e integrou-se um pouco mais às classes cariocas (infelizmente). Algumas letras eróticas e de duplo sentido normalmente desvalorizando o gênero feminino também revelam uma não originalidade em copiar de outros estilos musicais populares no Brasil como o axé e o forró. (Que, por sinal, têm uma história bem válida, sem ironias.)
O funk carioca é geralmente criticado por ser pobre em criatividade, por muitas vezes apresentar uma linguagem obscena e vulgar apelando para letras obscenas, com apologia ao crime, drogas e tráfico, e à sexualidade exarcebada, para fazer sucesso. (Quase não consigo entender por quê... ¬¬')
É nessa hora que aparecem as nossas estrelas: Mc Créu, Tati Quebra Barraco, Gaiola das Popozudas... e por aí vai.

Bom, e daí surgem os queridíssimos já falados funkeiros de busão.

Quem são eles?
Primeiramente, encontramos os excelentíssimos senhores que fazem o favor de produzir tal estilo musical (o funk - originalmente - carioca). Ao fazê-lo, nos perguntamos: "o que esse cara tem na cabeça?", e rapidamente chegamos à resposta: merda.
Em paralelo, a tecnologia cresce a cada dia que passa, principalmente no quesito CELULAR. Hoje em dia, ter um celular com câmera e tocador de MP3 não é mais luxo. Isso significa que dá pra escutar músicas em alto e bom som pelo celular. Legal, né?
Aí, encontramos os fãs do tal estilo "musical". Ok, vá lá. O que seria do amarelo se todos gostassem do azul?

Construindo a relação:
funk carioca + gosto pessoal (fazer o que?) + celular com MP3 = funkeiros de busão
Deu pra entender como a coisa funciona?
Por isso que não se pode reclamar: tem sempre um jeito de piorar.
O mais impressionante é que esse pessoal DESCONHECE o fone de ouvido! Além de ser proibido o uso de aparelhos sonoros dentro do ônibus (e desconsiderando o fato da fiscalização no Brasil ser Ó-TE-MA), é falta de bom senso obrigar um ônibus cheio inteiro a ouvir tal diarreia mental.

O resultado do aparecimento dessa nova tribo -os "sem fones de ouvido" - é passar 50 minutos, no trânsito matinal da Avenida Paulista, ao doce som de Relaxa na Pica, Senta que é de Menta e Academia do Mc Créu. Adorável, não? Não.

Fica a minha indignação e um recado para os funkeiros de busão: ouçam o que quiserem, mas POR FAVOR, comprem fones de ouvido. O mundo implora! MESMO.

Um beijomeliga com muita música decente!
Namastê.
(e sem fotos por hoje. Nenhuma foto combinou com a minha indignação. Hahahaha)

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Porra-louquices do dia-a-dia - O Retorno!

"Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure."
Vinicius de Moraes

Agora matar as saudades ficou muito mais fácil.
Te amo, Pahzinha.
(e a felicidade é incabível)

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Hakuna Matata

Hakuna Matata
What a wonderful phrase
Hakuna Matata!
Ain't no passing crazy

It means no worries
For the rest of your days
It's our problem-free philosophy
Hakuna Matata!

E é isso aí. A lição que aprendemos hoje é que não importa que você não tenha comido nada o dia todo por causa de uma amidalite de duas semanas, amanhã pode ser muuuuuuuuito pior.
Por isso, a melhor solução é no-worries e fazer o dia valer alguma coisinha que seja. No dia seguinte acordar, respirar fundo, contar até dez e mandar um beijomeliga pro mundo!

Criar uma problem-free philosophy. Tem coisa mais inteligente? Walt Disney devia viver eternamente #FATO.

Bom, pra quem fica, um abraço excessivamente apertado.
Pra quem já foi, um beeeijomeliga!
E vamos filosofar porque não tem nada melhor pra fazer. :)

terça-feira, 13 de abril de 2010

Quatro lições



Quebre regras, perdoe rapidamente, beije lentamente e ame de verdade.






~> feliz dia do beijo

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Divagações


Uma coisa é fato: sensações são bizarras. Descrevê-las é mais bizarro ainda.
Como descrever as "borboletas no estômago" da ansiedade? Como quando vou entrar no palco. Tudo pronto: cabelo, maquiagem, fantasia, sapatilhas, coreografia... auto controle? Não, esse aí só aparece depois de dançar. Primeiro vai deixar geral nervoso, roendo as unhas e ofegante pra voltar ao normal. Que beleza! Mas até que essa sensação de friozinho na barriga não é a pior. A angústia e a raiva, por exemplo, são bem piores.
Aquela dor sem explicação de 'batata na garganta' provavelmente é a pior sensação de todas. Aquela coisa de querer pular no pescoço de cada um que te faz mal, aquela horrível coisa de não poder fazer isso. Novamente, QUE BELEZA!
Mas em compensação... nada melhor que aquela sensação de quando os planos dão certo. Ou a de um abraço certamente sincero, uma respiração que tira todos os babados ruins do dia, aquela espriguiçada antes de dormir... dançar o dia todo, desafiar-se, tomar um passe, deitar no travesseiro afofado, chorar de dar risada, tomar um café gostoso com direito à pão de queijo, realizar um sonho, dançar, conversar com pessoas especiais, estar determinado, soneca da tarde, primeiro gole de um copo de cerveja gelada, apertar a tampa de refrigerante de fast food...
Cada vivência faz com que sejamos pessoas diferentes. Cada um com suas paixões, acredito que é isso que forma uma personalidade.

Deixo o resto a ser (lindamente) interpretado por Pink Floyd, e os créditos à Bernardo, que me cedeu algumas de suas sensações prediletas (algumas desnecessárias mas ainda vale, e ainda gosto muito de você. Não se ofenda, seu faggot.)

Namastê!
beijosmeliga;*

http://www.youtube.com/watch?v=9v3JaCYFNzs&NR=1
ASSISTAM. Mesmo, vale a pena. Minha dica: deixe carregar antes e faça jus ao que você escuta.


Breathe, breathe in the air.
Don't be afraid to care.
Leave but don't leave me.
Look around and choose your own ground.

Long you live and high you fly
And smiles you'll give and tears you'll cry
And all you touch and all you see
Is all your life will ever be.

Run, rabbit run.
Dig that hole, forget the sun,
And when at last the work is done
Don't sit down it's time to dig another one.

For long you live and high you fly
But only if you ride the tide
And balanced on the biggest wave
You race towards an early grave.

sábado, 3 de abril de 2010

felicidade, paixão, desafio e realização.



E enfim chega o brinquedinho novo! Canon EOS Rebel XS, acompanhada de um sonho realizado :D
A felicidade é fora de contexto, como vocês devem imaginar.
BOM, a partir de agora todos os posts serão ilustrados, não é lindo? *_*

A felicidade é muito maior que a criatividade. Por enquanto ainda estou abobada e desacreditando... Por isso é provável que o que será escrito aqui não saia lá essas coisas.

Hoje resolvi que o tema vai ser a dança. Mais especificamente, o ballet. De cara, posso dizer que é uma arte que contraria as leis da física. Uma arte que, quando bem feita, tira o fôlego de qualquer um. Para quem dança ou não, o ballet nunca deixa de impressionar.
Tamanha perfeição em cada partezinha do corpo, cada milímetro da ponta do pé, cada vértebra, cada respiração! Quanta força! E ao mesmo tempo, uma leveza sem tamanho e definitivamente sem explicação. Sem contar a sensibilidade: quem dança está sujeito a sentir dores de alongamento, musculares, de bolhas estouradas fazendo cara de triste, feliz, assustado... ou o que a música pedir.
Toda essa perfeição vem de muitos bailarinos do passado, que se sujeitaram a ficar tortos, doloridos e operados, a troco de ensinar lições de movimento para nada impedir o caminho de futuros bailarinos. Descobriram da pior forma que algum movimento não era certo, e assim foram elaborando um passo de cada vez.
O ballet é a dança mais estudada. É a dança que é base para todas as outras. É a dança que mais tem fundamento.
Ballet é superação. É desafio. É alma! É perfeccionismo, emoção, sentimento...
Faço ballet porque me desafia. A cada movimento realizado, me sinto mais desafiada. Sempre há uma busca pelo melhor que eu posso fazer, pelo melhor que eu posso dar de mim, pela melhor força de vontade que eu tiver e pelo maior apoio que as pessoas ao redor dão, tanto nas fases boas quanto ruins.
É o meu escape da rotina. Mesmo depois de todos esses anos, nunca realmente se tornou uma rotina enjoativa, porque sempre muda alguma coisa, e a dificuldade é cada vez maior, aumentando assim o desafio.
É uma busca eterna pelo melhor de si mesmo.
"Danço para viver. Vivo para dançar."


Acho que deu pra mostrar meu ponto.
Namastê.



Bailarina das fotos: Paloma Herrera

terça-feira, 16 de março de 2010

campanha doadora

Segundo a wikipedia, doação é o ato de dar um bem próprio a outra pessoa, geralmente alguém necessitado.
Não mais segundo o cacete a quatro, a maioria das pessoas pensa em doação apenas com bens materiais. Veja bem, meu filho, não é assim que funciona.
Há um tempinho, houve uma doação de sorrisos no Pensamentos Urbanos. Há um tempo mais considerável, houve uma doação de abraços em horário de pico em São Paulo, em plena avenida Paulista, baseado na #FreeHugsCampaign.
Hoje na saída da faculdade tinha um grupo de japoneses dando novos testamentos da Bíblia. Inusitado. Não sou fã de conversões gratuitas, mas confesso que pensei pelo lado japonês da história: se faz bem pra eles, por que não sair distribuindo pra fazer bem pros outros também?
E convenhamos que hoje em dia a conformidade das pessoas anda muito maior. Coisas como pegar a bíblia por causa do papel de seda provam esse fato. Ok, já que estão doando religião, vou usá-la como erva medicinal - ou não. E sem problemas, a doação foi benéfica para ambos os lados: o do indivíduo em questão e do japonês doador.
Uma amiga hipocondríaca me disse uma vez que sempre teve medo de apertar o botão do semáforo pra atravessar a rua porque nunca se sabe.. alguém podia colocar uma agulha com sangue contaminado de AIDS la, e quando você se fura não tem volta. Claro! Era só o que faltava: doação de doença (preste atenção na aliteração)! Afinal, qual é o problema? A vida tá uma merda mesmo, se ficar doente morre mais rápido...

Piadinhas sádicas a parte, a lição que pudemos aprender com todo esse falatório é que doar é bom. Não importa o que você vai doar, sempre vai ter alguém que sabe tirar proveito da situação.
É assim que funciona uma sociedade positivista capitalista moderna: a dependência de uns para com outros traz solidariedade e união. Se uma pessoa depende de você, siga a tendência e seja solidário.
Portanto, estando em uma sociedade positivista capitalista moderna, faça-me o favor de doar qualquer merda porque pode me servir. Obrigada pela atenção. =)

beijosmebipa;*

quarta-feira, 10 de março de 2010

dedicatória

"A amizade é um meio de nos isolarmos da humanidade cultivando algumas pessoas."
Carlos Drummond de Andrade

Porque não tem ninguém melhor do que aqueles que ficam desde sempre. Apesar de todos os poréns da vida.. e que não hesitam na hora daquele abraço ou gargalhada!
E são esses que faltam palavras, falta criatividade tamanha para descrever.

Falaria mais, mas é mto difícil... hahaha
(dedico ao Fafá, AMIGO de longa data que sempre esteve presente. Como prometido. Te amo, fazinho querido :] )


eee também dedico à minha Bisa linda DEMAIS, que hoje faz 99 anos de idade!

segunda-feira, 8 de março de 2010

Pois é!

É incrível como as pessoas não têm ideia de quantas boas ideias elas têm.
Sábado, como disse na postagem anterior, fizemos a filmagem de um curta pra faculdade.
Foi sensacional. O grupo tava centrado, o roteiro tava excelente, tava tudo preparadinho. Boas ideias boladas e lindamente descritas no papel.
Pois é. E aí todos os nossos figurantes fogem do dilúvio que teve sábado e nós todos ficamos de mãos atadas. A cena que era pra ser gravada num bar atrasa e o gerente começa a pirar. A chuva caótica tava quase nos impedindo de tirar os equipamentos do carro, e nessa brincadeira, a meia de todo mundo tava encharcada de enfiar o pé na enchurrada pra tirar toda a tralha do porta malas do carro muito grande que arranjamos: um palio.
E foi aí que as maiores ideias se revelaram: no improviso. Saímos com capas de chuva arranjando figurantes na rua, e eles foram simplesmente sensacionais. Mesmo com meias molhadas e debaixo de chuva, pusemos todos os equipamentos pra dentro e começamos a arrumar a bagunça. Fizemos um cenário perfeito com o que a gente tinha lá, e quando o gerente começou a pirar, a gente fez mais um take e arrumou o bar em 5 minutos. Coisa de outro mundo, GENIAL!
Produção mais que profissional a nossa! ;)
Bom, sem contar que nossa sorte foi de outro mundo! Foi só sairmos do bar que a chuva parou. Fomos filmar no beco do grafite e depois na minha casa, e quando o sol abriu os takes ficaram maravilhosos.
SEM CONTAR O MAKING OFF!
Depois de toda a correria e improviso, deu uma canseira incontestável. Só 13 horas de sono profundo e absoluto de sábado pra domingo, tranquilo!
Certeza absoluta que assim que tiver tudo pronto, vou postar por aqui pra vcs se divertirem tanto quanto eu! hahaha
Mas all in all, é isso aí. Só me fez perceber que é rádio e tv mesmo, to cada vez mais apaixonada! Hahaha

e a lição que pudemos aprender com tudo isso é que a criatividade aumenta milhões com a necessidade de um improviso.
TCHOP TCHURA, BABY!
um beijodesliga;*

quinta-feira, 4 de março de 2010

ajudinha!

GENTE!
Pra esse sábado preciso de figurantes para filmagem de um curta!
POR FAVOR preciso da ajuda de todo mundo, quem puder entra em contato comigo!

brigada, de coração! :)

terça-feira, 2 de março de 2010

Aham, Cláudia, senta lá...

Vira e mexe esses dias aparecem. O tipo de dia que você não quer, por nada nesse mundo, sair da cama, precisa urgentemente de um remédio pra gripe e de uma massagem e pra ajudar aquele frio desgraçado teima em deixar os joelhos inchados e doloridos... uma beleza!
Você levanta, toma o remédio, fica sem massagem e com joelhos inchados pra ter que enfrentar o trânsito caótico de São Paulo, a cidade global alfa. E pior: tomar ônibus. Como se não bastasse a demora constante devido ao trânsito pra chegar nos lugares, as excelentíssimas autoridades tiram vários ônibus de circulação, e deixam milhares de brasileiros chegando atrasados nos compromissos.
Atrasados e de roupa amassada, porque é impossível entrar em um ônibus sem ninguém se apoiar completamente em você. Contato físico demais. E os motoristas insistem em pedir "um passinho pra lá, pessoal"! É F***! Já basta a quantidade de pés pra dar passinho, não?

Conclusão:
- um "Aham, Cláudia, senta lá..." pros motoristas e cobradores que pedem o maldito passinho pra lá.
- um "Aham, Cláudia, senta lá..." pras estupidíssimas autoridades que tiram ônibus da 14ª cidade mais globalizada do mundo, e para o trânsito dela.
- um "Aham, Cláudia, senta lá..." pro contato físico excessivo dentro do ônibus.
- um "Aham, Cláudia, senta lá..." pra gripe e pro frio.

E, por último mas não com menos importância, um "Aham, Cláudia, senta lá..." pra nossa queridíssima, dócil e paciente amiga dos baixinhos: Xuxa!

créditos finais:
http://www.youtube.com/watch?v=8NKZoVlAWGs

http://www.sptrans.com.br
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gripe


Beijos, boa noite e... Aham, Cláudia... senta lá!


sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

A felicidade nada mais é que...

...boa saúde e memória fraca.
Saber deixar máguas para trás. Levantar e sacudir a poeira...
Um copo cheio e amigos pra brindar.
Gargalhadas sem motivo, abraços espontâneos, coisas coloridas...
Realizações. Atos inesperados.
Acontecimentos ao acaso, nunca por acaso.
Respeito. Conhecer limites. Superar limites.
Surpresas. Ganhar presentes.
Saber que alguém no mundo se importa com você.
Ter gente pra sentir saudades.
Tempo ao tempo. Uma boa soneca pós-almoço.
Encontrar o que combina com você.
Saber se definir sem se limitar.
Expandir conhecimento.
Expandir amizades.
Expandir amor.
Conhecer. Não se programar. Ter opinião.

A felicidade nada mais é que encontrar o que te faz feliz acima de tudo.


(à Paolla, que dispensa qualquer comentário ;])